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Arquiteto Urbanista e Jornalista, premiado como artista visual, animador, roteirista, quadrinista, bonequeiro e gestor social.
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Desbloqueando: Não tem sentido desprezar os sentidos!

Você viu essa música nova? Veja só o cheiro disso! Ver, ver e ver. Somos animais visuais, está certo, mas nem por isso devemos desprezas os outro sentidos. No quarto artigo da série sobre a lista de bloqueios criativos de Simberg, vamos ver o que é dá pra fazer…

Bloqueio 04
Desprezo pelos outros sentidos além da visão

Descrição
A grande maioria dos seres humano sé diariamente bombardeada por imagens visuais. De textos escritos a fotos e ilustrações coloridas, sejam paradas ou em movimento, as imagens nos comunicam algo o tempo todo. Tanto que, muitas vezes, nos esquecemos que temos outros sentidos.

Essa dependência da visão limita demais a nossa percepção sistêmica do mundo que nos cerca e dessa forma, também reduz a nossa imaginação e capacidade de comunicação, levando para o brejo a nossa criatividade.

Tipo
Bloqueio de percepção

Portas de entradas
Falta de atenção aos outros sentidos, falta de concentração, hábito de usar várias telas ao mesmo tempo.

Atitudes libertadoras
Meditação, prestar atenção ao que se está fazendo, treinar os outros sentidos

Dica salvadora
Lembre-se que somos esponjas de estímulos. Captamos informações pelos olhos (visão), mas também pelos ouvidos (audição), língua (paladar), nariz (olfato) e pele (tato). Tudo isso, sem contar com nossa intuição e outros sentidos mais etéreos, mas esses são assuntos para outro artigo.

Então, treine seus sentidos pelo menos alguns minutos por dia, fechando os olhos e “religando” a sua percepção geral. Respire bem fundo, sinta com seu corpo todo, tateie, ouça, cheire, sinta o gosto das coisas, tudo sem olhar. Mais tarde, evolua um passo adiante, fazendo o mesmo de olhos abertos, mas procurando identificar cada elemento da percepção que forma a sua realidade: gostos, cheiros, imagens, sons, pressões e texturas, tudo ao mesmo tempo!

Um “causo”
No livro A Vida Digital (1995), Nicholas Negroponte conta uma história interessante sobre os primeiros simuladores de tanques de combate. O assunto era sério, pois o que mais tarde evoluiria para os videogames, era estava sendo pensado apenas para fins militares.

Acontece que os computadores do Pentágono eram poderosos, mas estamos falando daquelas máquinas gigantescas que tomavam um andar inteiro de um prédio, mas tinham muito menos capacidade de processamento do que o mobile em que provavelmente você lê esse texto

Os técnicos estavam gastando tempo, dinheiro e tiveram muitas dores de cabeça tentando otimizar a parte gráfica dos simuladores, até que alguém sugeriu investir menos programação e memória no visual e caprichar mais nos sons. Aquilo pareceu estranho. Quando fizeram os primeiros testes, os soldados respondiam e aprendiam muito melhor com gráficos toscos e sons mais reais, do que com as versões de gráficos mais bacanas que tinham que sacrificar os efeitos sonoros.

É… muitas vezes valorizamos demais a visão e nos esquecemos, por exemplo, que pode ser muito mais gostoso beijar ou mesmo dar um abraço de olhos fechados.

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