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Arquiteto Urbanista e Jornalista, premiado como artista visual, animador, roteirista, quadrinista, bonequeiro e gestor social.
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O que aprender com o Véio “Xerife” da Havan?

Concorde ou discorde dele e de suas ideias, mas de bobo esse bilionário não tem nada. Não precisamos sair fantasiados por aí, mas podemos aprender muito de comunicação com esse vídeo, seja pessoal, institucional ou política.

1 O inusitado chama a atenção

De terno em seu escritório e usando o poder econômico contra os inimigos, o bilionário não se identificaria com as pessoas comuns, mas quebrando o gelo num bang-bang, ganha simpatia e abre as mentes e corações para sua mensagem.

2 Tudo pode ser mais do que parece

A estátua “vítima” presente no cenário, a enorme estrela de “autoridade” que se repete na roupa, apontar para si ao dizer “xerife”… nada é a toa, estes são são reforços de imagem e mensagem, semiótica na veia!

3 Simplicidade e repetição, repetição e simplicidade

Consumimos tanta informação e com tanta velocidade, que a chave para o sucesso é a didática. O vídeo curto capricha na simplicidade do vocabulário e repete de várias formas o que é mais motivador para o objetivo direto: a recompensa.

4 Dados conferem credibilidade

O humor abre as portas, mas a fala é séria e sustentada por argumentos rápidos como o “laudo da polícia” ou a “gasolina” utilizada no incêndio. Além disso, a gente já sabe por outros meios, que ele pode pagar uma recompensa polpuda se assim quiser.

5 Há espaço para tudo

Conhecer as diferenças das ferramentas de comunicação escolhidas é base para aproveitar oportunidades. Cada uma do seu jeito. No caso dele que navega bem dentro de seus próprios personagens, o “ridículo” funciona para ampliar visibilidade, abrangência e lucro.

BÔNUS: Reforço positivo funciona melhor

Ah! Se o Véio da Havan odeia esse apelido, já aprendeu que não dá pra bater de frente. Agora, marca seu nome (um logotipo!) no cantinho e a gente fica sabendo como ele se chama. Hum, talvez isso não seja só por vaidade…

Lição de casa…

Por fim, penso que tudo gira em torno de um debate ético e como aprender é questionar, deixo algumas perguntas no ar:

Realmente estamos aptos a nos comunicarmos com pessoas diferentes de nós e fora de nossas áreas de conforto?

Quais concessões estamos dispostos a fazer para nos adaptarmos e progredirmos na nova realidade da comunicação?

Depois de tudo o que leu, você realmente crê que esse vídeo trate apenas de uma recompensa?

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